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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Tópico de concordância

            Concordo com a adoção de crianças por parte de pais homossexuais.

 
            Da mesma maneira que um casal heterossexual tem o direito de adotar se o pai ou a mãe forem incapazes de o poder fazer “naturalmente” acho que um casal homossexual também o deveria poder fazer.
            Uma criança que está no orfanato ou qualquer outra instituição que albergue crianças órfãs tem o direito de ser acolhida e amada por qualquer pessoa desde que a pessoa(s) que a adotam lhe providenciem um ambiente seguro e saudável para viver. A criança adotada não se vai importar se os pais são homo ou heterossexuais, é preferível para a criança (na minha opinião) viver numa casa e ser amada do que ir saltando de lar em lar de acolhimento.
            É triste saber que hoje em dia as pessoas ainda achem que as outras crianças vão insultar a vida da criança com pais do mesmo sexo pois se elas acham isso então devem é ensinar os filhos a não troçar de alguém por ser diferente. Em pleno século XXI tal já não deveria acontecer.
            Existe também a questão de se a criança for rapariga e os pais do sexo masculino ou se a criança for um rapaz e os pais do sexo femino que a criança não tenha a mesma experiencia que uma criança do mesmo sexo tenha. Discordo totalmente de quem defende esta opinião pois independentemente do sexo dos pais cada criança tem diferentes experiencias de vida.


            Concluindo, não acho que haja mal nenhum em pais homossexuais adotarem uma criança desde que lhe providenciem um ambiente estável e saudável.

domingo, 24 de novembro de 2013

Quem é Alice?

Quem é Alice? Alice, uma personagem da história Alice no País das Maravilhas, é uma menina diferente.
Alice vive entre o mundo real e o mundo fictício, ou seja, muitas vezes não consegue distinguir o que é real daquilo que não o é
Existem momentos em que se nota que ela é uma criança normal ingénua e muito curiosa, mas existem também momentos em que Alice se torna numa “menina crescida”, em alguém com maturidade suficiente para se autocriticar (por vezes muito severamente) como se já tivesse experiência suficiente para analisar a situação de outra maneira.
Um exemplo da ingenuidade de Alice e da “abertura” dela a novas experiências é o de quando Alice vê um coelho a andar e a falar como um humano e acha bastante normal mas, quando mais tarde vê o mesmo coelho a tirar o seu relógio do bolso é que acha estranha a situação e se apercebe que anteriormente também deveria ter achado estranho por isso, decide ir averiguar a situação mostrando mais uma vez que é muito curiosa.
Esta Alice bipolar é outra vez demonstrada na altura da queda na toca do coelho pois ela, durante a queda vai filosofando sobre coisas que normalmente, uma pessoa na situação dela não se iria preocupar em fazer.
Alice é uma menina muito distraída pois perde-se com tudo aquilo que está à sua volta em vez de se concentrar no que tinha em mente fazer de início. É uma menina muito destemida pois não tem problemas nenhuns em tentar coisas que não sabe do que se trata ou de falar com alguém que não conhece, nunca deixando de reconhecer que não foi assim que foi educada.
Alice demonstra um grande afecto pela sua gata, Dinah, pois está sempre a falar nela. Ela por vezes erra, não propositadamente, e começa a chorar por ter errado mas, logo a seguir repreende-se a acaba por arranjar outra solução para o problema.


Acho que ao longo deste livro Alice se vai tornar uma menina ainda mais interessante.